domingo, 12 de janeiro de 2014


ÁLVARO








BRUNA










DIANA






FILIPA





INÊS










CARLA










RAFAELA








SÜSKIND, Patrick, “ O perfume, a história de um assassino”, Editorial Presença




Esta obra, “o perfume, a história de um assassino”, do escritor Patrick Süskind, retrata, na capital dos odores, paris, um época algo antiga onde as pessoas já tinham alguns, mas poucos conhecimentos, de certo modo científicos.
            Esta história é sobre um assassino chamado Jean- Baptiste Grenouille, que nasceu do ventre de uma infanticida, cujo ofício era peixeira, que esperava que este nascesse morto como tantos outros que já tivera. Mas como ele resiste é entregue a um padre que, de seguida, o entrega a uma ama que Patrick Süskind descreve como sendo “ uma mulher com experiência de vida. Por fora, o seu aspeto correspondia à idade, e, ao mesmo tempo, parecia duzentas ou trezentas vezes mais velha como a múmia de uma mulher nova; e por dentro, há muito que estava morta”.
            Grenouille vai viver lá até aos oito anos.
            Durante esse tempo, ele um poder que tem, algo estranho, que fazia com que ele conseguisse diferenciar todos os odores do mundo sem qualquer dificuldade. Depois desses anos foi trabalhar e vier para curtidor onde apanha uma doença transmitida pelas peles que, normalmente, matava quem a apanhasse. Mas ele resistiu, o que o fez ganhar mais valor. Por sua vez começou a poder sair à noite, a ter dias de folga, melhores condições, etc.
            Graças a isso e a sua habilidade com os cheiros, numa das suas noites livres, em que estavam a festejar algo, ele sentiu um cheiro tão suave vindo do outro lado da ponte que o chamou à atenção. Seguiu-o e chegou a um largo onde se encontrava uma rapariga que era a possuidora daquele odor. Então matou-a e retirou-lhe o cheiro com o olfato para ficar com ele.
            Isto fez com que ele ficasse descontente com a profissão que exercia, trazendo-lhe a ideia de que queria fazer o melhor perfuma do mundo.
            Então vai ter com um perfumista, que outrora tivera sido uma pessoa muito conhecida e cheia de fama, mas que agora já quase não era requisitado. Grenouille vai tentar aprender com ele a fazer perfumes para que consiga chegar ao seu objetivo, criar o melhor perfume do mundo.
            Este livro tem uma particularidade, pelo menos para mim, bastante interessante: o autor tem um visível cuidado com o campo lexical de odor/ cheiro, pelo que com esta atenção, quase se consegue sentir os cheiros que ele descreve.
            No início o livro parece ser um pouco aborrecido porque se trata de bastante descrição mas, quem conseguir e se aventurar a continuar a ler vai perceber que é uma história bastante interessante e envolvente.




Data: 04 /01 /2014


NOME: Inês Sousa Castro     Ano/Turma: 9ºB Nº12



BOTELHO,INÊS-“ A filha dos mundos”.Canelas VNG: Gailivro LDA, 2004




Eu resolvi ler este livro por opção da professora e gostei muito porque é uma mistura de romântismo com um mundo “mágico”.
Esta história começa com uma rapariga chamada Ailura que é desde cedo ensinada a ser destemida, poderosa,…. .O seu pai, Angus, que precocemente começa-lhe a ler e a ensinar-lhe histórias de duendes, fadas, elfos,…,este é um pouco ausente devido a um segredo que ele esconde.
Mais tarde Angus acaba por falecer e passados uns dias a sua filha sofre um acidente e por muito estranho que pareça acorda noutro mundo numa casa que era de uma fada que vai ser a sua orientadora e que se chamava Elianor, esta habitação situava-se em Caladmiron e é lá que ela descobre que é uma fada e o seu pai era um elfo que governava Omnirion, uma cidade nas redondezas, este foi morto por Morgriff que a partir daquele momento passa a ser o seu principal inimigo.
Passados uns tempos Ailura apaixonou-se por Edmínmtor e vice-versa, este era um elfo protetor e que vai guiar Ailura durante a sua viagem.
Entretanto a Ailura é coroada rainha daquele estranho mundo devido a serem assim as regras de sucessão. Tem a sua primeira batalha contra o seu inimigo que acaba por vencer mas volta a acontecer algo estranho visto que desta vez acorda no mundo humano é neste momento que a sua mãe entrega-lhe uma carta do seu pai que a escreveu antes de morrer para que alguém a entregasse a Ailura quando esta soubesse o seu segredo. Depois de ler aquele recado esta tinha que tomar a seguinte decisão: ou ficava com a sua mãe ou voltava para Omnirion, onde foi coroada rainha, esta decidiu voltar foi então que se despediu da sua mãe com um “ate já” mas antes de ir entrega a sua redaçao ao seu ex-namorado.
Ailura vai ao espelho do quarto e volta a entrar…., quando lá chega é recebida com um enorme entusiasmo por o povo da luz e tem à sua espera Edminmtor. Após esta euforia ambos assumem o seu namoro e ela torna-se oficialmente rainha de Omnirion, onde iria ter muitas batalhas para enfrentar contra Morgriff.
Neste livro eu apreciei um pormenor interessante que era que após o desenrolar de alguns acontecimentos havia um capítulo com o desenvolvimento do namoro e casamento de Angus e Isabel, pai e mãe respetivamente e como foram muito felizes.
Na minha opinião este livro é fácil de ler porque capítulo após capítulo ocorre um grande entusiasmo para ler o próximo.





Data: 04 / 01 /2014


NOME: Filipa Alexandra Almeida Amador  Ano/Turma: 9ºB Nº 11


CURY, Augusto - “Nunca desista dos seus sonhos”. Pergaminho, 2011.





O livro que optei ler foi “Nunca desista dos seus sonhos” do Augusto Cury. Este livro tem capítulos que estão divididos em temas.
Ele trata e descreve factos reais mas no ponto de vista científico. Este livro foca - se em três grandes sonhadores: Abraham Lincoln, Martin Luther King e Augusto Cury (autor). Abraham Lincoln foi um grande sonhador e lutador, com tantas derrotas, humilhações não desistiu. Martin Luther King sofreu várias ameaças e até mesmo atentados onde esteve no hospital apresentando - se mal de saúde mas não desistindo do seu sonho, no entanto, morreu lutando pelo mesmo. Augusto Cury após ter atravessado crises e ter abandonado, por momentos, os seus sonhos investiu neles na mesma. Orientou a sua vida, investindo num escritório e formando família. Ele tinha como objetivo ajudar os seus pacientes. De certa forma conseguiu porque escreveu um livro sobre a sua teoria. No fim, o livro apresenta conselhos de diferentes tipos de sonhos.
Optei por este livro, pois o título cativou - me uma vez que é um dos dilemas da minha vida. Quando li o título relacionei a uma história com alguns fracassos porém com um final feliz. No entanto, trata - se de um livro de auto - ajuda.
O livro desperta - nos uma curiosidade quando apresenta iniciais em vez do nome. Nas últimas páginas estão comentários positivos de leitores e também aspetos sobre o autor.

Eu identifico - me com o Judas numa característica, apenas, não sou uma pessoa transparente. No meu ponto de vista, este livro mostra - nos que não devemos desistir de nada, mesmo com grandes ou pequenos obstáculos previsíveis ou imprevisíveis e também ensina - nos a pensar, “Acima de tudo, este livro ensina a pensar.” Colocando - me no lugar dos sonhadores eu talvez já tivesse desistido pois não aguentaria tanto fracasso junto.


Bruna




COUTO, Mia - " Mar Me Quer" 12ª Edição. Lisboa: Editorial Caminho, SA, 2000.



Resolvi ler "mar me quer", sendo este um romance que foi criado em 1998 pelo escritor Mia Couto. Foi baseado do início ao fim num relacionamento de amizade entre Zeca Perpetuo e Dona Luarmina, porque apesar dele gostar dela, ela só o via como um amigo.
Zeca era um homem com uma idade avançada, doente mas no entanto apaixonado pela Luarmina, apesar de ela ser idosa, forte e sem qualquer tipo de beleza. A ação desenrola-se em Moçambique, numa aldeia junto à praia, sendo neste lugar que se inicia a ação.
No passado, Aqualberto, pai do Zeca era pescador e numa das suas viagens ao mar conheceu uma encantadora rapariga acabando por perde-la lá. No entanto, continuou-o a procura-la, infelizmente sem sucesso. Às portas da morte, pediu a seu filho para prometer que a partir daquele dia iria todos os dias à praia tratar dela, que supostamente estaria sem vida e ao mesmo tempo que isto acontece Zeca, cada vez se aproxima mais da sua vizinha Dona Luarmina acabando assim por se apaixonar por ela. Ele vai visita-la sempre que possível, entretanto ela sempre pede-lhe para contar histórias sobre aventuras passadas no mar, assim ela aproveitando-se conta-lhe também histórias sobre a vida dela.
Num desses dias, Zeca resolve contar-lhe a história do seu pai Aqualberto e Luarmina ouvindo à história a percebeu-se que era o seu amado do passado e por tanto, resolveu contar a Zeca o maior segredo da sua vida, Zeca ficou admirado por tratar dela durante tanto tempo (mesmo sabendo que ela estava morta) e agora ter percebido que ela esteve sempre do seu lado. A doença dele está a agravar-se constantemente, assim quando Luarmina acaba o seu segredo, ele fala com ela durante algum tempo e por fim acabando por morrer.
Inicialmente este título e a sua capa levaram-me a pensar que era sobre uma rapariga que passava os dias a pensar num rapaz e a saber se ele "bem me quer, mal me quer", no entanto, o título "Mar Me Quer" é uma variação poética destes versos.
Chamou-me à atenção a seguinte citação: " A vida é tão simples que ninguém a entende ", porque é o ser humano que a complica.


Bruna




DE BARROS BAPTISTA, Inês – “Morrer é só não ser visto”. Lisboa: Editorial Planeta, 2010.





     Resolvi ler um livro escrito pela autora Inês de Barros Baptista, “Morrer é só não ser visto”, pois achei um tema bastante cativante e interessante. Este livro fez-me refletir sobre a realidade da vida e que por mais difícil que seja perder alguém de quem gostamos muito ou tenhamos uma relação muito forte, não devemos de “baixar a cabeça”, mas sim erguê-la e seguir em frente com a nossa própria vida.
     É um livro composto por várias histórias verídicas, onde algumas pessoas, até mesmo pessoas anónimas, falam das perdas dos seus filhos, pais, maridos, mulheres, avós ou entes queridos e como ultrapassaram esses tempos. Além de tratar de falecimentos ocorridos, trata igualmente de experiências de vida realizadas pelos testemunhos. São apenas relatos verdadeiros, simples e bastante sentidos que basicamente abordam as suas perdas. Nota-se que as pessoas escolhidas para contar esses acontecimentos fazem-no de coração aberto (tal como diz na capa do livro – “Falar do luto de coração aberto”) deixando assim, partir a sua perda e acabando por saber lidar e viver com uma nova ausência na sua vida.
     Este livro lê-se rapidamente (demorei apenas uma semana) para quem gosta de ler. Ao decorrer da minha leitura, fui imaginando a dor, a tristeza dessas pessoas por perderam alguém tão especial. Acho que se fosse eu, mesmo sendo uma adolescente, não aguentava com tanta dor e sofrimento dentro de mim e não teria a mesma coragem e força que muitas dessas pessoas tiveram e continuam a ter. Mas, mesmo que tal aconteça, com este livro aprendi que é apenas uma passagem na vida e que todos nós iremos passar por o mesmo e só temos de ultrapassar esses obstáculos e seguir sempre em frente.
     Na minha opinião, acho que este livro serve de inspiração, não só por serem histórias que nos transmitem emoções e sentimentos, mas também por nos tentar perceber que é a realidade da vida. É um livro que acho que deve ser recomendado a todas as pessoas, desde as crianças aos adultos, pois talvez possa ser uma grande ajuda para quando tal acontecer, ajudando-nos também a saber lidar com a dor e como a ultrapassar.





Data: 16 / 12 / 2013


NOME: Ana Margarida da Silva Paiva   Ano/Turma: 9ºB   Nº 2



Morrer é só não ser visto







Este livro tem várias historias verídicas todas tratam do mesmo assunto a Morte. Entre todas as histórias eu decidi falar sobre 3 delas a do Duarte Rendas de 18 anos, a da Marta Duque de 39 anos e a da Joana Cruz de 26 anos.
Vou começar pela da Marta Duque é uma mulher com cerca de 39 anos quando soube que ia ser mãe de trigémeos, mas aquela gravidez tinha um senão ela poderia perder os filhos, pois era uma gravidez de risco.
Marta foi aconselhada a ir retirar um dos bebés, pois descobriram que dois dos bebés começaram a retirar nutrientes ao outro. Na véspera de embarcar para Inglaterra teve cólicas e entrou em trabalho de parto e teve de ir de emergência para o hospital teve 3 rapazes um deles morreu ao cabo de 5 dias, o outro 7 dias após ter nascido e o 3º sobreviveu mais um mês.
Agora vou falar da história de Duarte. Duarte é um rapaz de 18 anos que nas vésperas da mãe dele morrer estava com febre e no dia em que ela morreu também a manteve até que o pai dele lhe ligou a dizer-lhe que ela tinha morrido, estranhamente ele ficou sem febre.
Ele diz que o facto de ter adoecido foi um sinal de que devia de ficar em casa para se preparar para a morte da mãe dele.
E finalmente minha história preferida é a da Joana. Joana chega ao local onde o irmão teve o acidente e descobre que ele morreu e sai do local a correr pois não foi capaz de ver o irmão. Ao longo da história ela descreve-nos como ele era.
Chega a uma altura em que ela estava a sair com uma amiga teve um acidente em que a amiga morre. Durante muito tempo ela culpa-se pela morte dela até que um dia uma amiga da rapariga vem ter com Joana e lhe diz que a sua amiga pede para que lhe diga que não tem culpa do que aconteceu pois era o destino dela e que só pode ir embora quando Joana se perdoar. Este livro tem muitas mais histórias mas etas três são as que mais gostei.



Data: 06/ 01 / 2014


NOME:                 Manuel Augusto Ribeiro da Silva Ano/Turma: 9ºB15


Editora Ausência, 2005-“A História da Escrita e contos tradicionais”.
“Como nasceu a Escrita”




            Este livro tem doze contos, destes doze o que escolhi foi “Como nasceu a Escrita” por ter sido, talvez o que me fez pensar mais e me deixou mais curioso. Este conto deixou-me assim, porque eu nunca tinha pensado como teria nascido a escrita, por quem teria sido inventada, ou ate mesmo onde teria nascido.
            Ao ler este texto ficamos a saber durante milhares de anos o Homem comunicava entre si através da fala, de gestos e até da música e da dança. Até que um dia se apercebeu de que podia comunicar através de desenhos. Progressivamente, estes desenhos foram se tornando cada vez
mais simples e mais faceis de serem escritos e lidos. Pensa-se que foram os Sumérios, povo da Mesopotânia que inventaram a primeira escrita conhecida, a Escrita Cuneiforme.  Foi com a invençào da escrita que nasceu a História que hoje aprendo na escola.
            Este conto trata um tema nao muito abordado no dia-dia, mas muito interessante.






Data: 23 / 12 / 2013


NOME: Marco Cristiano Costeira Oliveira        Ano/Turma: 9ºb     Nº: 16




SUSKIND, Patrick – ‘’O Perfume – História de um assassino’’, 21º ed. Bacarena: Editorial Presença, 2002. ISBN: 9789722314480.






            Li o livro ‘’O Perfume – História de um assassino’’ de Patrick Suskind porque já tinha ouvido falar do livro e tinha curiosidade de saber realmente qual a sua história.
            Jean - Baptiste Grenouille era um menino que nasceu em péssimas condições, numa banca de peixe, em Paris no séc. XVlll. Porém, este rapaz não era ‘’normal’’, tinha um sentido apuradíssimo: o olfacto. Conseguia cheirar tudo a quilómetros de distância e lembrava-se sempre dos cheiros. Quando era mais velho, foi trabalhar para uma perfumaria, a de Baldini, uma das melhores da cidade. Quando saiu desta loja foi viver para uma montanha, ficando neste lugar durante sete anos. Decidiu ir-se embora porque sonhou que ele próprio não tinha cheiro, simplesmente não cheirava a nada. Ficou com receio de que isto fosse mesmo verdade, por isso, decidiu que já estava na altura de regressar. Chegou à cidade, e todas as pessoas ficavam admiradíssimas quando o viam, o que é normal, afinal viveu durante sete anos longe de tudo e de todos, sem o mínimo cuidado de higiene.
            Agora, Grenouille estava decidido a inventar um perfume, o melhor perfume de sempre, que lhe permitiria seduzir e dominar qualquer pessoa. Então, continuou a matar jovens mulheres para lhes tirar o seu cheiro. Quando ele trabalhava na perfumaria de Baldini matou outra jovem cujo perfume era magnífico e ele queria-o. Chegou a matar mais de vinte mulheres, instaurando o medo na cidade e em redor. Quando descobriram que era ele o culpado por tudo o que acontecera iam matá-lo, mas o seu odor fez com que as pessoas que estavam a apreciar aquele ‘’espectáculo’’ o adorassem, o que lhe permitiu fugir e salvar-se.
            Todavia, foi este perfume que o matou pois foi devorado por pessoas ‘’enfeitiçadas’’ com o seu cheiro.
            Este livro é muito interessante e envolvente pois está escrito de uma forma muito simples o que faz com que entendamos facilmente esta história. Contudo, é uma história um pouco perturbadora devido ao facto de ele cometer assassínios em série e da forma como os fazia: rapava-lhes o cabelo, tirava-lhes a roupa e embrulhava-as com panos embebidos em gordura para daí lhes extrair o perfume. Porém, nunca tinha lido um livro com este enredo e gostei exactamente por ser diferente.




Data:   03 /0 1 / 2014


NOME: Paula Cristina Oliveira Silva                         Ano/Turma: 9ºB    Nº 19



Araújo Pereira, Ricardo, “Mixórdia de Temáticas”, 1ª edição, Tinta-da-china, Outubro 2013





            Este livro, “Mixórdia de Temáticas”, foi escrito por Ricardo Araújo Pereira com base nas crónicas lançadas todas as manhãs na rádio Comercial. Todas elas retratam maioritariamente um tema do dia-a-dia de uma forma engraçada, como podemos comprovar com alguns títulos como por exemplo “Luta contra as drogas”, ou “Recorde mundial de greve de fome”, entre outros.
            De todas as crónicas que eu li, a que me agradou mais foi a “Luta contra as drogas”. Nela é apresentada uma razão diferente e invulgar para os seus consumidores a deixarem de consumir. Normalmente, quando nos vem á cabeça a palavra “Droga”, associamo-la ao vício, á malícia que provoca no corpo do ser humano, ao tráfico etc… Mas o que é certo é que já ninguém liga a essas razões e muita gente ainda continua a consumir droga. Ricardo Araújo Pereira apresenta-nos outra razão um pouco estranha. As drogas entram no país através de traficantes e para estes não serem apanhados têm de a esconder bem. Ricardo Araújo Pereira defende que esses traficantes a transportam escondida no seu intestino. Ele faz uma citação muito engraçada que nos ajuda a perceber melhor esta razão para deixarem de consumir drogas que é “Ninguém fala disto. Eles trazem aquilo no rabo. Eu não consumo coisas que já tenham estado no meu rabo, quanto mais no rabo de pessoas que eu nem conheço.”, acrescentando ainda, “A droga só tem o sucesso que tem porque ninguém coloca esta questão em cima da mesa”. Depois desta explicação o humorista, autor deste livro termina lançando um slogan que foi  inventado pelo próprio a fim de sensibilizar os consumidores deste tipo de produtos prejudiciais á saúde do ser humano. O slogan é “Sei eu e sabes tu, as drogas são oriundas do cu”.
            Do meu ponto de vista acho que este livro é muito bom pois todas as crónicas apresentadas têm o objetivo de animar os leitores/ouvintes e fazem-nos pensar na vida de uma forma mais criativa e hilariante, o que nesta fase de crise é muito bom pois a maioria dos habitantes de Portugal não estão propriamente felizes e andam preocupados com o futuro. Recomendo este livro a pessoas animadas e que gostem de rir. 






Data:  30 / 12 / 2013


NOME: André Rodrigues Oliveira      Ano/Turma: 9ºB     Nº 3


LETRIA, José Jorge – Amados Cães. 2ª ed. Cruz Quebrada – Dafundo, 2007. ISBN 978-989-555-273-3.









Escolhi ler este livro “Amados Cães” de José Jorge Letria, visto que adoro cães, adoro conviver com eles e também porque são seres especiais, nem sempre são tratados como merecem. Neste livro, estão registadas histórias de várias figuras da literatura, cinema, música, ciência e também da Politica. No livro, as histórias têm algo em comum, que é tentar demonstrar o amor, a felicidade, a amizade e principalmente demonstra o quanto fiel os cães podem ser para com os seus donos.
O livro inicia com três citações de Konrad Lorenz, Mark Twan e Alphonse de Lamartine, gostei em particular da de Mark Twan, “O cão é um verdadeiro senhor. Quando eu morrer, espero ir para o céu dos cães e não para o dos humanos.” E também de Mark Twain, Carta a W.D. Howell, “No céu entra-se por favor e não por mérito; se fosse por mérito, eu ficava à porta e o meu cão entrava.”.
Neste livro, há 36 histórias, eu apenas li 8 histórias: “Alexandre O’Neill e o cão do poema”; “O cão que viu renascer Tutankhamon”; “Argus dirigindo-se a Ulisses”; “Cão e o menino em estátua de lava”; “Diálogo de Ana Bolena com Urian”; “Diamond, o cão de Newton”; “Byron e Boatswain: o reencontro final” e “Prince, o Pastor Alemão de Rudolph Valentino”. A que mais gostei foi a “Diálogo de Ana Bolena com Urian”, porque é um diálogo entre ambos, em que o cão, Urian, recusa se a abandonar a sua dona que ia ser decapitada por Henrique VIII, então acabaram os dois por serem decapitados, mas demonstrou o quanto era fiel para com ela.
Gostei bastante do livro, pois os cães são tratados como melhores amigos do homem. Concordo com o autor em várias palavras que ele escreveu, tem um aspeto positivo, termina com um poema a que chamou “Por amor aos Cães”, é basicamente uma dedicatória e um agradecimento aos seus cães por lhe terem ensinado o que era amor, falou que com um só latido ele consegui perceber a dor e a tristeza que eles sentiam.
Recomendo o livro para quem gosta de cães, ou mesmo para quem não tem muito afinidade com eles, passaria a entender o mundo deles muito melhor, e a ligação que ambos poderiam ter.







DATA: 27 /12 /2013


NOME: Sílvia Isabel Pereira Rodrigues                                      ANO/TURMA: 9ºB              Nº22