DE BARROS BAPTISTA, Inês – “Morrer é só não ser visto”.
Lisboa: Editorial Planeta, 2010.
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Resolvi ler um
livro escrito pela autora Inês de Barros Baptista, “Morrer é só não ser visto”,
pois achei um tema bastante cativante e interessante. Este livro fez-me
refletir sobre a realidade da vida e que por mais difícil que seja perder
alguém de quem gostamos muito ou tenhamos uma relação muito forte, não devemos
de “baixar a cabeça”, mas sim erguê-la e seguir em frente com a nossa própria
vida.
É um livro
composto por várias histórias verídicas, onde algumas pessoas, até mesmo
pessoas anónimas, falam das perdas dos seus filhos, pais, maridos, mulheres,
avós ou entes queridos e como ultrapassaram esses tempos. Além de tratar de
falecimentos ocorridos, trata igualmente de experiências de vida realizadas
pelos testemunhos. São apenas relatos verdadeiros, simples e bastante sentidos
que basicamente abordam as suas perdas. Nota-se que as pessoas escolhidas para
contar esses acontecimentos fazem-no de coração aberto (tal como diz na capa do
livro – “Falar do luto de coração aberto”) deixando assim, partir a sua perda e
acabando por saber lidar e viver com uma nova ausência na sua vida.
Este livro
lê-se rapidamente (demorei apenas uma semana) para quem gosta de ler. Ao
decorrer da minha leitura, fui imaginando a dor, a tristeza dessas pessoas por
perderam alguém tão especial. Acho que se fosse eu, mesmo sendo uma
adolescente, não aguentava com tanta dor e sofrimento dentro de mim e não teria
a mesma coragem e força que muitas dessas pessoas tiveram e continuam a ter.
Mas, mesmo que tal aconteça, com este livro aprendi que é apenas uma passagem
na vida e que todos nós iremos passar por o mesmo e só temos de ultrapassar
esses obstáculos e seguir sempre em frente.
Na minha
opinião, acho que este livro serve de inspiração, não só por serem histórias
que nos transmitem emoções e sentimentos, mas também por nos tentar perceber
que é a realidade da vida. É um livro que acho que deve ser recomendado a todas
as pessoas, desde as crianças aos adultos, pois talvez possa ser uma grande ajuda
para quando tal acontecer, ajudando-nos também a saber lidar com a dor e como a
ultrapassar.
Data: 16 / 12 / 2013
NOME: Ana Margarida da Silva Paiva Ano/Turma: 9ºB Nº 2
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